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quinta-feira, 16 de junho de 2011

Sussurradores de poesias na ufal

               No dia 15 de junho de 2011 realizamos na UFAL os sussurradores. Este projeto surgio da disciplina de Literatura Infantil, no qual a orientadora da disciplina nos apresentou o manisfesto dos sussurradores e nos apaixonamos pelo projeto, ele surgio com o grupo francês Les Souffleurs, a experiencia de participar é muito fatástica, é um ótimo trabalho para ser realizado com as crianças. Fomos convidadas para realizar os sussurradores na semana de pedagogia e o convite foi aceito, aguardem !!!!

terça-feira, 14 de junho de 2011

Manifesto dos Sussurradores de Poesia

Tão calma é a chuva que se solta no ar
(Nem parece de nuvens) que parece
Que não é chuva, mas um sussurrar
Que de si mesmo, ao sussurrar, se esquece.
Chove. Nada apetece…
(Fernando Pessoa)

Os sons mais característicos do mundo atual são, de fato, barulho, ruído.
Esta inquietude em face do que ouvimos está cada vez mais forte e inspira a arte contemporânea através de propostas que incorporam ao sentido da visão a experiência auditiva. Não raro, essas experiências remetem aos dos sons da cidade, à velocidade, à dificuldade de comunicação, à superposição de vozes, ao grito… ao incômodo.
A arte nos diz: o som é uma dimensão que já não sabemos habitar. A ausência de som, nossa utopia.
Há quem diga que os novos sinais de riqueza se mostram através da posse do tempo, do espaço e do silêncio. Os sons nos empobrecem?
Ainda temos a música e a palavra (bem) falada.
A palavra ao ouvido – o sussurro – é a nossa escolha. Gostamos deste espaço intermediário entre o som e o silêncio, onde estes extremos se tocam.
Inspiramo-nos no grupo performático francês Les Souffleus (literalmente, Os Sopradores), que realiza intervenções em várias cidades do mundo sussurrando fragmentos de textos poéticos e filosóficos no ouvido das pessoas, numa tentativa de desaceleração do mundo.
“Comandos Poéticos” é a performance mais famosa dos Les Souffleurs e foi apresentada na cidade de São Paulo, na Virada Cultural de 2009, quando sussurraram poesia em praças e bibliotecas.
Como o grupo Les Souffleus, usamos um tubo para sussurrar os textos. Optamos por reaproveitar tubos de papel que, na nossa proposta, se tornam um objeto lúdico, belo e que recupera o gosto das brincadeiras simples de antigamente.
Propomos-nos a usar a poesia como delicado presente, que se leva da boca ao ouvido. Começaremos pelas crianças, elas que estão sempre mais atentas e abertas. Queremos brincar de, por um instante, silenciar o mundo como um poema. E que elas sigam com a idéia.
Aos poucos, vamos incluindo outras gentes que se disponham a interromper a tagarelice do mundo com segundos de poesia.

por Giselly Lima da Tramadaletra

Fonte : http://coisario.wordpress.com/2009/12/

sábado, 11 de junho de 2011

PNBE - Programa Nacional de Biblioteca da Escolas

           O PNBE tem promovido o acesso à cultura e o incentivo à formação do hábito da leitura nos alunos e professores por meio da distribuição de acervos de obras de literatura, de pesquisa e de referência. Foi criado em 1997, mas vem se modificando e se adequando à realidade e às necessidades educacionais. Sob a gestão do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), tem recursos financeiros originários do Orçamento Geral da União e da arrecadação do salário-educação.

          O PNBE atende, em anos alternados, à educação infantil e ao primeiro segmento do ensino fundamental e ao segundo segmento do ensino fundamental e ensino médio. As obras distribuídas incluem textos em prosa (novelas, contos, crônica, memórias, biografias e teatro), obras em verso (poemas, cantigas, parlendas, adivinhas), livros de imagens e livros de histórias em quadrinhos.

Referencia

sábado, 28 de maio de 2011

"Os livros como mestres" da autora Tereza Colomer

                Segundo Colomer “ler se aprende lendo” e atualmente as literaturas infantis tem criado as competências leitoras antes mesmo delas chegarem as escolas. Esses textos estão vindo com narrativas cada vez mais inovadoras e tem ensinado a ler literatura, servindo como um andaime pelos quais sobem os meninos e as meninas nesse processo, facilitando a leitura, como um corrimão numa escada.
                O leitor moderno, deste séc XXI, trata – se de um leitor atual do ponto de vista social, pois são novos valores  numa nova sociedade e a literatura infantil está acompanhando todas essas mudanças trazendo novos cenários, diferentes ações dos personagens, diferentes tipos de finais.  

domingo, 22 de maio de 2011

Roda De leituras

            Essas rodas de leituras são momentos em que as pessoas se reúnem para ler e comentar as leituras feitas, sob a coordenação de um orientador, no caso, o professor. Os leitores se reúnem em determinados espaços e horários e, mediados por um orientador de leituras,desenvolvem atividades de escuta e leitura de narrativas, poemas, notícias, textos teatrais e outros, seguidas de observações e comentários dos participantes sobre o autor, o material lido, as relações deste com outras obras e com a realidade etc. As atividades de leitura estão organizadas, de forma a desenvolver habilidades de leitura antes, durante e depois da leitura (SOLÉ, 1998) , orientadas pela concepção de leitura, não apenas como decodificação, mas comocompreensão, interação entre texto e leitor e como réplica ao discurso do autor.

          Alunos do curso de Pedagogia da Universidade Federal de Alagoas, orientados pela professora Giselly Lima, trabalham com rodas de leitura de literaturas infantís, para que se possa formar furturos orientadores nas escolas , levando seus alunos a um relacionamento maior com os livros e saiba indicá-lo de modo que crie o desejo de ler no outro que escuta.



sábado, 14 de maio de 2011

Estratégias de leitura

Isabel Solé, professora do departamento de Psicologia Evolutiva e da Educação na Universidade de Barcelona, na Espanha ,traz em seu livro "Estratégias de Leituras" que formar leitores autonomos  também significa, formar leitores capazes de aprender a partir dos textos, questionar seu conhecimento e modificá - lo , assim o ensino de estratégias de compreeenção contribui para dotar os alunos  de recursos necessários para aprender  a aprender, mas,  como diz Solé (1998, p. 73) é  fundamental estarmos  de acordo que o que queremos não são crianças que possuam amplos repertórios  de estartégias, mas que saibam utilizar as estratégias  adequadas para a compreenção do texto. Segundo a autora há algumas questões que o leitor deve formular, cuja resposta é necessária para compreender o que lêm:

  • Compreender os propósitos- que tenho que ler? para que tenho que lê-lo?
  • Apontar e ativar os conhecimentos prévios relevantes - que sei sobre o conteudo do texto ?
  • Dirigir a atenção ao fundamental - qal a informação essencial proporcionada pelo texto? que informações posso considerar pouco relevate?
  • Avaliar a consistencia interna do conteùdo - este texto tem sentido?entende-se o que quer exprimir
  • elaborar e provar inferencias de todos os tipos - , como interpretações , hipóteses, previsões e conclusões

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Transmissão dos contos de Fadas.

    Antigamente a transmissão dos contos de fadas era oral, devido a muitos iletrados que viviam na zona rural.Com o surgimento de escolas abertas a todos e a transferência de famílias para os centros urbanos, o velho hábito de contar histórias correu o risco de desaparecer. Os escritores começaram a coletar as narrativas orais para registrá-las no papel, para que não fossem esquecidas.
    Com o passar do tempo muitas dessas historias se modificaram, mas nunca deixaram de distrair, encantar e até mesmo assustar crianças do mundo inteiro, que as ouviam boquiabertas de seus avós.
    Hoje sua magia ressurge quando os pais as leem para os filhos, ou quando um filme como Branca de Neve e os sete anões, fascina a família inteira.Hoje em dia é menos comum encontrar quem conte histórias oralmente, porém um bom narrador ainda consegue encantar seus ouvintes.Na falta dele, sempre podemos ler contos de fadas.